Assim dá gosto ouvir um ministro.
Carlos Tavares, ministro da Economia negou, esta quinta-feira a existência de qualquer indício de manipulação dos preços dos combustíveis, afastando assim a crítica de concertação de preços entre petrolíferas avançada pela associação nacional dos revendedores (ANAREC) e recusou ainda a ideia de que a liberalização seja a responsável pela subida dos preços.
A posição do governante vem na sequência da notícia que dava conta de que as três maiores distribuidoras de combustíveis do mercado português, Galp, BP e Shell, estão a ponderar subir os preços por causa do aumento da carga fiscal anunciado pelo Governo para entrar em vigor na segunda-feira.